Mês: março 2009

IDOSOS: VÍTIMAS DO DESCASO SOCIAL!

Comentários: 0

 

Na sociedade, onde o mercado exige competência e agilidade a todo e qualquer custo, a idade tornou-se um grande empecilho para o falso desenvolvimento econômico. Diante do capitalismo, aquele que não produz não serve absolutamente para nada. Há um desejo ávido pelo novo e belo e um desprezo inverossímil pelo avelhantado e experiente. Priorizam-se as pessoas pelo critério da idade e menosprezam-se a epopéia existencial dos idosos. E muitos acabam se esquecendo de que um dia também estarão sendo contados como membros da terceira idade. Não pensam que um dia perderão a flor da juventude. E justamente por isso, não aceitarão o aparecimento das rugas, não se acostumarão com a evidência de determinadas enfermidades, relutarão com a visita cotidiana aos hospitais, não se reconciliarão com a finitude da vida e o encontro bonito e fecundo com a morte.


 Muitas vezes e das mais variadas formas, a sociedade torna-se desumana com o idoso, ao não lhe conceder o direito que este acumulou durante uma vida inteira. Em vez de ser reverenciado por sua sabedoria, e ser denominado de ‘sábio’ por ela, o que vemos é um profundo desrespeito pela figura do idoso. “[…] De forma absurda e revoltante, aquele sábio foi transformado em um ser ignorado, transparente ou invisível […]. É o único ser vivo que consegue ser um ausente mesmo estando presente. Pela solidão, acentuada nas noites insones, o sábio estará vulnerável. 

 

E por estar vulnerável, estará frágil, sofrendo com o descaso, com o desrespeito e a indignidade com a qual é obrigado a conviver. O que grande parte das pessoas parece não saber é que neurônios não envelhecem. Assim como a liberdade, que uma vez conquistada, não se abre mais mão dela, assim também é a memória, as lembranças, o aprendizado, as experiências. Não tem como voltar atrás, como regredir. Está tudo lá, guardadinho num cofre mágico da mente do sábio. Basta alguém dar uma volta na chave que abre esse cofre. E isso é tão simples” (Floriano Serra).


 Assim, dia após dia, vemos o desenrolar de uma trama que foge aos moldes dos folhetins, pois é a dura realidade contra os idosos. Sem generalizações, podemos afirmar que até hoje, o Brasil não conta com uma rede nacional de apoio à saúde do idoso. Faltam médicos geriatras por toda parte. Na mesma direção, donos de clínicas são condenados por mortes e maus-tratos aos idosos, ao passo que o Estatuto do Idoso é descumprido por instituições sociais aos montes. Na verdade, poucos conhecem a existência de tal Estatuto, criado a partir da Constituição e Política Nacional do Idoso (lei 8.842/94). Também assistimos aos idosos/aposentados morrendo na fila de hospitais por não contarem com um atendimento de qualidade e diferenciado na rede pública. Acumulam-se os casos em que a terceira idade não recebe o direito à saúde no tange à doação de medicamentos, próteses e órteses, cadeira de rodas, óculos e aparelho auditivo.


 O descaso à figura do idoso é crime e por lei está sujeito à punição. Negligenciar, tratar com violência como puxões, beliscões, abusos sexuais, queimaduras, amarrar braços e pernas ou obrigar a tomar calmantes; ameaçar de punir ou abandonar, agredir verbal e fisicamente, apropriar-se de rendimentos, pensão e propriedades sem autorização; recusar-se em dar alimentação e assistência médica, impedir o idoso de sair de casa ou mantê-lo em local escuro e sem higiene é considerado um crime moral e social, ainda mais quando é praticado pela própria família (texto adaptado do Estatuto do Idoso). 


 Quanta discriminação e humilhação sofrem uma grande parcela dos idosos brasileiros! Quantos não são amparados pelos filhos maiores na velhice, na carência ou na doença! Quantos têm que viver em asilos, sendo que deveriam estar ao lado dos familiares! Contudo, o ancião experiente, para os mais novos, torna-se um estorvo e nos casos mais drásticos, um problema.
 Pouco se fala, mas também existem denúncias a asilos por tratamento desumano a idosos. “Como os sepulcros caiados a que Jesus Cristo comparou os hipócritas, alguns de nossos asilos atendem à retórica pretensamente humanística com seus jardins enfeitados e suas belas fachadas. Mas a continuação da negligência contra seres humanos que produziram e só cometeram o pecado de viver mais, […] se manifesta em seus interiores: em instalações fora dos mínimos padrões de decência sanitária, profissionais despreparados agridem fisicamente os internos. […] Cabe às autoridades autuar e punir os estabelecimentos irregulares e inadequados, além de selecionar, treinar melhor seus profissionais e punir os maus” (Marici Carpitelli).


 Por fim, vale ainda ressaltar que há famílias que amam e reverenciam seus sábios anciãos e anciãs. Há projetos localizados de políticos e de ONG’s que valorizam a terceira idade como a mesma merecem. Existem pessoas que compreendem, acolhem, amam e veneram a sabedoria destes avôs e avós, pois se colocam em seus lugares e sabem que cedo ou tarde estarão lá também. Rezemos e ajamos com zelo e amor para com os nossos santos idosos!

 
Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.
Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.
www.paieterno.com.br

LIBERTAÇÃO DOS VÍCIOS E CONDUTAS MÁS!

Comentários: 0

Se fizermos uma análise panorâmica da conduta moral que permeia a sociedade veremos a quantidade de vícios que geram as más condutas. Em algumas realidades, a condução errônea da vida acaba gerando os chamados “vícios da vida moderna”, tais como: o consumo alienante, a egolatria ao dinheiro, o caráter compulsivo dos bens, a submissão às obras da carne e a desvalorização dos valores.

Não ficamos imunes às condutas más da sociedade. Tudo o que é feito de bom ou ruim acaba agindo e atuando em nós. A civilização moderna se auto proclama como a mais evoluída sociedade que já existiu na história. No entanto, acaba se esquecendo de que algumas atitudes revelam o seu aspecto mais primitivo, quando a pessoa age pelo instinto e não pela consciência. Muitos comportamentos sociais são vinculados a uma consciência deformada pelo pecado.

Olhemos com sinceridade para o vício da jogatina. Quantas famílias já perderam tudo em mesas de jogos e apostas nos cassinos. Quantos jovens são aliciados para estas casas e, ao mesmo tempo, aquilo que pertencia à ordem do privado, torna-se público e manifesto. Neste caso, a fé não pode reprimir, pois esse não é o seu caráter, mas pode repreender, uma vez que é sua função apresentar os desvios na conduta moral da sociedade. Quando o Governo elabora as proibições o vício vira hipocrisia ao apresentar-se como “proibido”. Assim sendo, o caminho está alicerçado para proteger os jogadores ricos e perseguir os jogadores pobres. No fim das contas, são os proprietários que se enriquecem às custas de arquimilionários ou desprovidos. É algo tão astuto que até mesmo a iluminação das casas de jogos é feita de modo a imprimir a idéia de que o dia se prolonga, enquanto lá fora a noite declina junto com a vida do jogador.

Acoplado à sequência de vícios e condutas más, também encontramos o tabagismo, como uma prática inconsciente no desenvolvimento de doenças e complicações no psiquismo humano. O próprio Estado gasta valores descomunais no tratamento de doenças provocadas pelo consumo diário de tabaco. Contudo, a atitude do Governo não é utilizada em vista do bem da pessoa humana, mas, sobretudo, como redução de gastos na saúde pública. A isso chamaríamos de custo-benefício.

Além disso, temos o álcool na configuração de um problema moral da sociedade, sendo que se trata de um vício cadenciado, gradativo e funesto. O álcool “prejudica as gerações futuras, em nível da idiotia. Promove a indução de grandes crimes. E o único alerta legal a este respeito, do não consumo, é que encontramos bem escondido, empoeirado, no escuro, uma tabuleta, em bares e restaurantes – com os dizeres: ‘Proibido a Venda de Bebidas Alcoólicas a Menores de 18 anos’. Lei que não é cumprida. Propagandas de cervejas e outras nas mídias, associando ao sexo, para engrandecer os princípios imorais, é o que se encontra, em grande moda hoje em dia pelas bandas ocidentais” (Paulo Augusto Lacaz).

Sem assumir uma manifestação retrógrada, precisamos analisar se não estamos construindo uma sociedade permissiva, na qual se faz tudo o que se quer ou se tem vontade. Não podemos alicerçar um padrão social fundamentando-lo no “vai quem quer, assume quem deseja”. Isso seria alienação e fetichismo moral.

Muitos se preocupam com a utilização de toxinas e, dentre elas, destacam-se as drogas e os narcóticos. Contudo, “os técnicos da área da toxicodependência estão a confrontar-se com a emergência de novos vícios sem drogas, como estar ‘agarrado’ à Internet, ao telemóvel, às compras ou ao jogo, chegando mesmo estes doentes a ‘ressacar’ quando não consomem. Embora com implicações muito diferentes das que decorrem do uso de drogas, estas patologias carecem igualmente de tratamento, sob pena do viciado poder viver situações dramáticas” (Alexandre Ribeiro). Já é constátavel o caso de doentes lesionados na musculatura dos dedos, pois permanecem de 18 a 19 horas consecutivas “agarrados ao computador, não importa a fazer o quê, a falar com quem, a consultar o quê” (Luís Patrício).

Por fim, não devemos nos esquecer das chamadas compras, que de tamanho exagero, tornam-se patológicas. “Existe o prazer de comprar, nomeadamente porque há o alívio da tensão do desejo de comprar. A pessoa compra e alivia-se. Compra, não interessa o que for e de que jeito. Muitas vezes não tem dinheiro suficiente para gastar e cria dificuldades no orçamento individual ou no orçamento familiar” (Luís Patrício).

Vale ainda ressaltar que é pelo caminho da fé que seremos libertos de todos e quaisquer tipos de condutas más. Para isso, precisamos resgatar o senso filosófico do existir criando-nos dentro de uma realidade madura, crítica e contemporânea aos dias atuais. Não nos é lícito aceitar tudo o que a sociedade impõem como valorativo. Para tal, se faz necessária a utilização de ferramentas que nos motivem a descobrir o que fundamenta o comportamento moral e social e, a partir de então, escolher entre o bom e o ruim. Uma sociedade discernida e esclarecida é cada vez mais saudável, menos doentia e livre de patologias existenciais!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.

www.paieterno.com.br

QUARESMA: TEMPO DE ORAÇÃO E CONVERSÃO A DEUS!

Comentários: 0

 


 O termo “quaresma” é proveniente do latim quadregesima e significa quarenta. Trata-se do tempo litúrgico que se estende da Quarta-feira de cinzas até a Quinta-feira Santa, antes da missa da ceia do Senhor. Biblicamente, o número quarenta é envolto de simbolismo muito rico. O povo de Deus caminhou durante quarenta anos pelo deserto em busca da Terra Prometida, Moisés passou quarenta dias no alto da montanha, o profeta Elias andou por quarenta dias até chegar à montanha do Senhor e por fim, Jesus jejuou ao longo de quarenta dias, sendo tentado no deserto. Eis o tempo reservado a uma profunda experiência de Deus e a uma contínua revisão de vida! Quaresma é o momento propício para a conversão!


 O segredo desta conversão não está em permanecer em pé e firme, sem vacilos o tempo todo, mas, sobretudo, no modo como se levanta após cada queda. É no confronto do cotidiano que fazemos a experiência de encontro com as nossas feridas existenciais e a partir delas nos deparamos com os olhos do próprio Deus: “O olho com que vejo a Deus é o mesmo olho com que Deus me vê; meu olho e o olho de Deus são um mesmo olho, um só ver; um só conhecer e um só amar” (Mestre Eckhart).


 Por trás de cada dor, da ausência, da tristeza, das angústias interiores e dos conflitos do passado podemos localizar as mãos amorosas de Deus nos amparando com a ternura de Mãe e a fortaleza de um Pai. Não estamos sozinhos nem somos um zero à esquerda. A oração e a conversão ainda têm sentido porque Deus nos ama! Pertencemos a Deus, nascemos de suas entranhas, fomos sonhados no Seu amor, constituídos na esperança da salvação e temos raízes no céu! Converter-se, portanto, é retornar à nossa origem existencial em Deus.


 Assim sendo, é necessário assumir uma postura de esforço. É paulatina a vontade de ser melhor por Deus. Não nos convertemos em vista de títulos, de aquisições celestiais ou honra ao mérito. Pelo contrário, oramos e nos convertemos por amor a Deus e, por conseguinte, aos irmãos e irmãs. Esforçando-nos continuamente e motivados no amor, somos capazes de nos despir da pessoa velha e nos revestir do novo ser, constituído a imagem e semelhança de Deus. Não falamos de vivência mágica ou fé fantasiosa, mas, sobretudo, da profunda experiência de encontro com Deus, capaz de mudar o rumo da nossa existência. Na oração e pela conversão a vida ganha um norte e a esperança futura passa a ter sentido.


 Precisamos, portanto, manter os olhos fixos n’Aquele que permanece do nosso lado em todos os momentos do existir, ou seja, no próprio Deus! Ele é o Pai das misericórdias que nos entende, que nos aceita e depois nos converte, que não nos acusa e que manifesta, a cada instante de amargura, a imensidão de Seu amor. Temos um Pai que vela por nós, que nunca desistirá de nos amar e solicitar a nossa conversão. Mesmo que fujamos ou mantenhamo-nos distantes de seu coração, Ele sofre aguardando o nosso breve retorno.


 Voltemos, então, sabendo que sempre é tempo de recomeçar. Não há ninguém que seja totalmente convertido, contudo, pessoas em processo de conversão. Regressemos à origem da nossa história e passemos a valorizá-la como ela merece. Não estraguemos a nossa vida, pois a única chance que temos de mudá-la é hoje e agora. Conversão não se deixa para amanhã. Tenhamos a coragem da fé e a audácia do Evangelho para proclamar um tempo novo: ocasião da graça e manifestação da bondade divina em nosso socorro.  Não fujamos do amor de Alguém que faz tudo pela nossa felicidade. Deus aguarda ansioso o nosso recomeço e para tal nos oferece o amor ao nos estender seu coração paternal! Abracemos mais uma oportunidade que o Pai Eterno nos confia e não nos arrependeremos jamais!
 
 
Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.
Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.
www.paieterno.com.br

NA PROTEÇÃO FÍSICA E ESPIRITUAL!

Comentários: 0

No íntimo do coração humano há uma necessidade, muitas vezes inconsciente, da bênção profícua de Deus. Tal bênção é sinônima de cuidado, de amparo, de arrimo, de guarida, de acolhida e se traduz na proteção da família, dos bens materiais, dos empreendimentos, e todas as demais esferas que compõem a vida da pessoa em questão.

Diante do anseio pela proteção Divina está também a imagem que fazemos de Deus. Da forma como concebemos o Sagrado, assim também será o nosso sentimento de proteção física e espiritual. Neste sentido, precisamos nos remeter à imagem de Deus apresentada por Jesus de Nazaré, no intuito de purificar a gênese da palavra ‘proteção’.

É na Revelação Cristã e naquele Deus que se apresentou à história que encontramos o sentido genuíno do ‘ser protegido’, a partir do Pai com: “amor sem reservas, que não quer nem permite o mal, mas suporta-o conosco nos limites da história; que só pensa em nosso bem e em nossa salvação” (Andrés Torres Queiruga). Um Deus “que interpela, incomoda e desafia. Não responde, pergunta. Não soluciona, põe em conflito. Não facilita, dificulta. Não explica, complica. Não gera meninos, faz adultos” (Inácio Larrañaga). Não estamos defrontes a um Deus que fundamenta a sua ação no ‘vigiar’ ou no ‘punir’. Um Deus que nos observa à distância, que nos olha pela fechadura, que nos segue pelos corredores e que nos policia pelo medo não é digno de fé e não tem nada a ver com a Tradição Cristã e com o Magistério da Igreja.

Na proteção está a consolidação de uma convivência entre duas pessoas que se amam. É a relação de um “Eu” e de um “Tu” Eterno, isto é, nós e Deus. Ao mesmo tempo, está o diálogo fecundo em meio a um significado e um significante – o que significamos para o Pai Eterno e o que o Pai Eterno significa para nós. Justamente por isso, que buscar a proteção física e espiritual é procurar o sentido absoluto da fé, é rememorar a força da história, é visualizar um mundo possível, é comunicar-se com outra Realidade que está presente no mundo, mas se difere dele.

Desejar proteção não é o mesmo que atribuir um poder sobrenatural e se prestar culto à longa distância a Deus; não é necessitar de provas e evidências na oração; não é operar com mitos, na condição de uma solução imaginária que justifica o sofrimento na realidade; não é reduzir a proteção às categorias individualistas e intimistas dos fatos.

A proteção Divina é um sacramental da ação de Deus no mundo, em Jesus. E aqui surgem alguns questionamentos: seria a vontade de sentir-se protegido uma tentativa de manipular a Deus? (perspectiva psicológica). Seria a proteção uma diminuição da nossa responsabilidade perante as situações e as transformações sociais? (perspectiva sociológica). Seria a proteção a garantia de salvação defronte um Deus imutável ou impessoal? (perspectiva filosófica). Seria a proteção confundida com magia ou alienação? (perspectiva espiritual). E a resposta dever ser um claro e audível: não!

Quando procuramos a proteção nos deixamos conquistar por Deus e não queremos conquistá-lo imediatamente. Devemos nos deixar proteger e não almejar protegê-lo, “devemos nos deixar convencer e não querer convencê-lo. Não pedir-lhe, mas deixa-nos pedir” (Queiruga). Em hipótese alguma a proteção pode ser utilizada para ‘mover as mãos de Deus’ ou ‘acordá-lo para que Ele faça alguma coisa’. Deus já está agindo no mundo e a história é testemunha disso.

A proteção “está sempre apenas onde a pomos” e “nunca a pomos onde nós estamos” (Vicente de Carvalho). Desta forma, a proteção vai se tornando “a capacidade para darmos um sentido novo ao que parecia fatalidade, transformando a situação numa realidade nova, criada por nossa ação” (Marilena Chauí). Ela é a força transformadora, que torna real o que era somente possibilidade. Se torna realidade porque Deus agiu em nós.

Muitas vezes, impedimos a concretude da nossa proteção, pois estamos organizados, educados e programados de modo a nos tolirnos e a não confiarmos em Deus. Protegidos, nos permitimos envolver pelo Sagrado! Nossa vida ganha um sopro de esperança e uma marca de qualidade. Porque somos protegidos, cuidados e amados por Deus é que protegemos, cuidamos e amamos o mundo, as pessoas, a Igreja e a sociedade como um todo. Permitamo-nos ficar sob a proteção do Sagrado para que a história não se esqueça da ação de Deus!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.
Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.
www.paieterno.com.br

Missas

De segunda a sexta

Missas: 7h e 19h30

Sábado

Missas: 7h, 10h e 17h30

Domingo

Missas: 5h45, 8h, 10h, 15h e 17h30

Rede Vida

Segunda, terça, quinta e sexta: 7h Quarta: 9h

Sábado: 7h e 17h30

Domingo: 17h30

TV Anhanguera

Domingo: 5h30

PUC TV

Sábado e domingo: 17h30

TBC

Domingo: 8h

Rede Pai Eterno

Missas Segunda, quinta e sexta: 7h
Quarta: 9h
Sábado: 7h e 17h30
Domingo: 5h45, 8h e 17h30

Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 4h, 12h e 22h Novena do Perpétuo Socorro Todos os dias: 2h

Rádio Difusora Goiânia

Missas Domingo: 8h Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 13h