Mês: janeiro 2011

A CAPACIDADE DE TORNAR SONHOS EM REALIDADE!

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Muitas vezes a sociedade deposita na consciência das pessoas uma série de inverdades que não correspondem com a realidade dos fatos. Em alguns contextos, indivíduos são educados de modo que não acreditem em si nem em suas potencialidades. Quanto mais for ingênuo e demonstrar incapacidade, mais bem quisto será. Infelizmente, há aqueles que não conseguem conviver com o bom êxito dos outros, por isso, ignoram qualquer trabalho bem sucedido ou, então, já criticam a possibilidade de resultados favoráveis. Só é bom, qualificado e profissional aquilo que eles fazem. O que provém dos demais é inadequado, mal organizado e inviável.

Contudo, não é só no trabalho ou na família que acontecem tais situações. A mesma também pode ser verificada entre amigos, quando um se sente ameaçado pela presença do outro; entre casais, quando o marido ou a esposa só tende a humilhar, com palavras de baixo calão e de rebaixamento; entre correntes filosóficas ou religiosas, que enfatizam a dimensão do sofrimento pelo simples sofrimento, como se o mesmo fosse o caminho mais eficaz para encontrar a paz interior. Nestes cenários imagina-se que quanto mais se sofre, quanto mais se tem problemas, quanto mais adversidades são acometidas, mais pura a pessoa se torna. Dessa forma, surge o pensamento errôneo de que só é bom aquele que padece até a morte. O sofrimento sempre é válido para os corações endurecidos, mas não pode ser a finalidade última de quem deseja transformar sonhos em realidade.

Na medida em que se perde a confiança humana, perde-se também a fé Divina. Uma é consequência da outra. Engana-se quem pensa que a educação recebida não tem efeito nas atitudes daquele que a recebe. O processo de educação tem o poder de fundamentar nossa identidade e, ao mesmo tempo, definir nosso caráter. Este pensamento serve para a educação concedida pela Igreja, pela família, pelos amigos e também pelo ambiente de trabalho e pela escola; de tal modo que é possível perceber nas atitudes futuras o comportamento de alguém educado na autoconfiança e de outro, criado na baixa autoestima.

Frases como: “Você é um incapaz!”, “Nunca vai conseguir vencer na vida!”, “Não passa de um Zé ninguém!”, “Só sonha e nunca realiza nada!” só tende a impedir o desenvolvimento da pessoa e colocar obstáculo ao seu processo de amadurecimento. Alguns chegam a ser lesados em suas capacidades mais importantes, ficam paralisadas e impossibilitados de ser quem são. Acabam por assumir um personagem e uma imagem distorcida de si.

O sonho, desde que justo, tem a missão de revelar os nossos potenciais. Quando o colocamos em prática rompemos com aquilo que projetaram sobre nós. As ideias de ‘incapaz’, ‘incompetente’ ou ‘mal instruído’ são perdoadas, deixadas de lado, para que o ‘eu verdadeiro’ venha à tona, com toda a sua força.

A vida passa a ser impressa com marca de qualidade ao tomarmos consciência do que somos no coração do Pai Eterno e ao reconhecermos para que fomos criados. O Pai Eterno não nos infantiliza: nunca vendará a nossa visão da realidade, não impedirá que cresçamos, não estorvará nosso trabalho, jamais colocará obstáculo para que sejamos felizes e íntegros. Eis um Deus que faz tudo pela nossa felicidade!

No Pai, recuperamos o selo existencial roubado pelo pecado. Assumimos as rédeas da nossa história e não permitimos ser marionetes nas mãos das pessoas. O Pai Eterno manifesta a essência maior do nosso ser. As capacidades escondidas ou, até mesmo, desconhecidas aparecem com o único objetivo de instaurar o Reino de Deus e de construir um sentido para a nossa vida. Realização pessoal também tem a ver com significado da existência!

Jesus de Nazaré foi Alguém que sonhou os sonhos do Pai e os fez realidade. A morte na cruz não indica nenhum tipo de fracasso. Pelo contrário, Ele só foi crucificado porque conseguiu realizar, com fidelidade, tudo o que lhe foi proposto e assumido. Jesus tinha consciência de si e a cada momento tomava noção da grandeza de Sua missão. O sonho do Cristianismo precisa ser continuado. Ele não está longe de nós! Encontra-se mais perto do que imaginamos. A doutrina cristã não é autoajuda, não é alienação e muito menos uma forma de se afastar da realidade. É muito triste constatar que determinados ateus e agnósticos dão mais exemplos éticos e morais que certos cristãos.

Portanto, façamos a experiência de nos sentirmos descobertos, perdoados e realizados no Pai Eterno. Só concretizaremos os sonhos do Pai à medida que alcançarmos nossos próprios sonhos: na coerência e retidão de vida, na honestidade, no respeito pelo outro, no cuidado consigo e amando incondicionalmente. Nunca desistamos dos nossos sonhos, embora as dificuldades mostrem o contrário. Lutemos por nossas verdades e cuidemos para não trair nossas convicções. Trabalhemos com metas, prazos e objetivos. Marquemos onde queremos chegar. Humanizemo-nos e saberemos que o sonho só se torna realidade quando lutamos por ele, com todas as nossas forças, sem perder a própria dignidade.


Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.

Twitter: @padrerobson

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A RELIGIÃO NOS REVELA QUEM SOMOS!

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Todas as pessoas contêm em si as estruturas necessárias para que o dom da fé seja recebido. É a fé que confere espiritualidade ao indivíduo. Já a ausência dela designa aquilo que a mística chama de desolação. Cabe ao processo de conversão ampliar a consciência humana, norteando-a pelo fio condutor, no ato de crer em Deus. Não se trata de uma obrigação, mas, sobretudo, de um preceito existencial pela ressignificação da vida.

Aquele que não crê é acometido por uma profunda ruptura com sentido de sua história. Trata-se de uma experiência assustadora, pois junto à falta de fé está à marca indelével da perda de identidade, da desintegração emocional e por fim da deturpação da própria realidade. A pessoa incrédula fica perdida em um espaço sem limite e sem forma. Neste quadro, pode ser afligida por uma anormalidade espiritual “provocada” e “instalada”, ficando vazia de si e, por conseguinte, do Pai Eterno.

A fé está em profunda consonância com a atividade religiosa. Na verdade, a religião, seguindo o legado da fé, vem operando no mesmo campo da razão, a saber: no comportamento, na afetividade, na linguagem e no pensamento. Muito mais que articuladora de uma linguagem espiritual, a religião é a transmissora da imagem de Deus no consciente das pessoas. Sua missão é doar e guardar o tesouro da fé, trazendo a cada um a imagem do Deus revelado por Jesus: o “Deus cristão como amor sem reservas, que não quer nem permite o mal, mas suporta-o conosco, nos limites da história; que só pensa em nosso bem e em nossa salvação” (Queiruga).

No campo da religião o mais importante é “se deixar conquistar por Deus e não querer conquistá-lo. Devemos nos deixar convencer e não querer convencê-lo. Não pedir-lhe, mas deixar-nos pedir” (Queiruga). A religião não é o cumprimento de uma obrigação ou de um dever canônico, mas um direito da fé pela adesão à pessoa Divina; a religião não é um cativeiro babilônico e muito menos uma prisão de doutrinas, mas uma prática livre e libertadora. Enganam-se aqueles que pensam a religião como peça de museu ou uma mumificação ritual. A religião não é uma regressão histórica a um passado distante, mas um remetimento à fé: uma imersão ao coração do Pai Eterno. A religião tem a bonita missão de nos inserir no amor do Pai e nos comunicar a vida do próprio Pai.

De qualquer forma, se faz necessário retomar aquilo que é genuíno a uma prática saudável de fé. Sabe-se que o termo “religião” é proveniente do latim religare, que significa “ligar outra vez”. Portanto, cabe à religião ser doadora de sentido, de consciência ética, de formação humana e de gênese intelectual.  Seu papel social é de suma importância, ainda mais se tratando de uma instituição que acompanha todas as etapas da vida do indivíduo: do nascimento à morte.

A religião segue o tratado do Amor Maior. Por isto deve alcançar todos àqueles que sofrem com o amontoado de culpas reforçadas, os remorsos continuados ou com as acusações intermináveis. Sem sombra de dúvidas, a religião não persegue, não vigia, não ameaça e também não pune. Antes acolhe na fé, perdoa na esperança e orienta na caridade. Ela vem para fazer com que as pessoas se tornem mais humanas e melhores pacificadas. O Deus da religião atua na afirmação plena do humano e não o nega em hipótese alguma. Nele está “a capacidade para darmos um sentido novo ao que parecia fatalidade, transformando a situação numa realidade nova, criada por nossa ação” (Marilena Chauí).

Toda interpretação de religião “como restritiva da realização humana ou como carga externa sobre a existência acaba sendo, por isso mesmo, falsa” (Queiruga). Assim sendo, a religião tem o bonito caminho de não conduzir o indivíduo para fora de si, porém, ao mais profundo encontro com o grande sentido da vida: o próprio Deus! É Ele o caminho único que nos conduz à felicidade sem fim. Nele está origem do que devemos ser de fato. Ali encontramos o ‘ser’ do Pai inserido em nós. Vale a pena mergulhar nesta história de amor!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.

Twitter: @padrerobson

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ONDE ESTAVA DEUS NA TRAGÉDIA DO RIO DE JANEIRO?

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Boquiabertos e estarrecidos vemos as consequências do desastre ocorrido na região serrana do Rio de Janeiro: uma chaga cravada no coração do Cristo Redentor! É diante deste cenário, permeado pela dor, que surgem as mais variadas perguntas referentes ao problema do mal. Contudo, a grande indagação que vem à nossa mente é: porque Deus não evitou tamanha catástrofe? Estaria Ele passeando pelo jardim na ocasião em que seus filhos eram soterrados? Em que lugar se localizava Deus quando morros deslizavam cidade abaixo? Era possível perceber a beleza do perfume Divino, quando, na verdade, se disseminava o cheiro de lama, animais e pessoas mortas? Estaria Deus na prosperidade do céu, quando, em Teresópolis e Nova Friburgo, os sobreviventes da tragédia careciam de água, alimentos, remédios e colchões? Estaria Deus nos hospitais lotados de feridos, no trauma psicológico do desastre ou entre os mais de 500 mortos encontrados?

A cada dia a cidade maravilhosa tem sido vitimada por catástrofes geológicas sem proporções. O Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, sediado na Bélgica, tem coletado dados de calamidades mundiais desde 1900. Assim que o registro efetiva-se como desastre natural, o mesmo é encaminhado para a Organização das Nações Unidas (ONU). A instituição classificou o acidente no Rio de Janeiro como deslizamento, pois a maioria das vítimas morreu soterrada e não devido à enchente.

Eis o pior deslizamento da história do Brasil e um dos piores do mundo nos últimos 111 anos! De acordo com o Departamento de Redução de Desastres, vinculado à ONU, de janeiro a dezembro de 2009, o país foi atingido por dez desastres naturais, decorrentes de chuvas torrenciais, deslizamentos de terras e enchentes constantes. É justamente por isso que os Estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo contam com uma atenção particular do Governo Federal, devido às pluviosidades cíclicas.

Nos desastres naturais, o sofrimento das vítimas se apresenta com um grito, capaz de romper os tímpanos de muitos que se beneficiaram de sua pobreza, por meio do populismo. Na verdade, antes de ser vítima de deslizamentos, o Rio de Janeiro é vítima da tímida vontade política para programas habitacionais de qualidade, bem como de investimentos para estudos geológicos, antes da ocupação do solo. “As pessoas não moram em áreas de risco porque querem. Moram porque não têm onde morar e aí o Estado brasileiro, na sua história, efetivamente falhou e hoje pessoas pagam com suas vidas o peso desse conjunto de problemas” (José Eduardo Cardoso). Os pobres procuram lugares mais em conta e, ao mesmo tempo, se esquecem da vulnerabilidade dessas regiões. Só no Rio há mais de 18 mil casas em lugares com risco constante de deslizamento.

Diante do desastre, na região fluminense, não cabe o silêncio e muito menos associações ao mistério que pouco explica. Também são inadmissíveis determinadas profecias apocalípticas, vinculando a fatalidade com castigo Divino. Não podemos nos emudecer, porque nem mesmo Deus se silenciou. Ele se fez presente do começo ao fim da tragédia. As lágrimas, os sofrimentos, a dor e o medo dos sobreviventes, é a lágrima, o sofrimento, a dor e o medo do próprio Deus. Portanto, é possível afirmar que Deus também é vítima dos deslizamentos, pois são os seus filhos que estão padecendo. Isto é, uma parte do Seu próprio Eu, na imagem e semelhança do Divino com o humano.

O Deus, Todo-Poderoso, criou o mundo. E por tê-lo feito, o instituiu de modo finito. Caso contrário teria criado a Si mesmo, em nível de infinitude. É neste sentido que a imperfeição e o mal também acompanham a peregrinação humana, não obstante a sacralidade de nosso livre-arbítrio. “Não é que Deus ‘não queira’ ou ‘não possa’, mas simplesmente a pergunta carece de sentido. Deus quer o bem, unicamente o bem, para o bem e a felicidade nos cria” (Andrés Torres Queiruga).

Alicerçados no amor do Pai Eterno, que supera toda a tragédia, ajamos efetivamente em favor dos sobreviventes dos deslizamentos. Há muitos que necessitam de água, alimentos, remédios e até mesmo de doação de sangue. Cada um deve se colocar no lugar destes oprimidos e ajudar da melhor maneira possível. Além da oração contínua, doações também são muito bem vindas. Finalizo, com pesar, mas também na esperança, deixando aqui o registro de contas bancárias das Igrejas Locais para doações em espécie – Cáritas Arquidiocesana (Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro): Banco Bradesco, Agência 0814-1 conta 48500-4 e Diocese de Petrópolis: Banco Bradesco, Agência 4014, conta 11.4134-1. Ambas as contas foram criadas especificamente para socorrer as vítimas da presente fatalidade. Que a consciência da caridade cristã nos motive a agir em favor do bem!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.


Twitter: @padrerobson

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*Artigo publicado no jornal Diário da Manhã [16.01.11]

Ó CRISTÃO, TOMA CONSCIÊNCIA DA TUA DIGNIDADE!

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Como de costume, o início de 2011 foi marcado por muitas festividades, votos de feliz ano novo, roupas brancas, sentimentos de saúde, desejo de prosperidade e oferendas as mais variadas crenças. Eis um tempo no qual a sacralidade da vida fica a mercê de previsões como o tarô, o jogo de búzios, a numerologia e por fim, a quiromancia. Trata-se de práticas cujo único objetivo é controlar o futuro. Como se fôssemos senhores da história e como se pudéssemos deter as ações vindouras. Alguns custam lembrar que o Pai Eterno é o detentor do tempo e mesmo assim Ele age com muita prudência e cautela antes de qualquer intervenção. Na verdade, Ele só intervém quando nos abrimos ao Seu amor, acolhemos a Sua graça e nos consagramos ao Evangelho da verdade. Deus não é nenhum tirano, pelo contrário, é eternamente Pai.

Muito mais que símbolos e crendices, o ano novo deve ser assumido como um tempo de esperança. Momento único para renovarmos nossa vida à luz da salvação, tendo como itinerário a vida de Jesus. Ser cristão solicita de nós um testemunho coerente a serviço da fé. Não é lícito protelar o dom da conversão e continuar com atitudes antigas de pecado, maledicência e ódio no coração. Determinados pecados de estimação devem ser transformados pelo crivo do esforço na luta contra o mal. Aquele que assume a vida cristã precisa se comportar como nova pessoa, levando, por meio de atitudes, não só de palavras, a experiência com o amor do Pai.

Aquele que sente na alma a potência do amor Divino é capaz de resignificar a sua própria existência, bem como a das demais pessoas que lhe são próximas. A luz existe para brilhar, do mesmo modo que o sal para salgar. O cristão é luz e como tal suas ações devem ser vistas como continuidade da missão redentora de Jesus. Cristo existe por Si, mas sua essência também é propagada por meio dos seus seguidores.

Aqui cabe o saudoso lembrete: “É necessário deixar Cristo existir em nós”! Ele não é um dado do passado, mas, sobretudo, uma atualização no presente. Eis um lema que deve permear a vida, genuinamente, entregue nas mãos do Pai: confiada em Seu amor e depositada em Sua esperança.

Aquele que é capaz de se oferecer a Deus tem a missão de ser embaixador da fé no mundo. Por este caminho, o cristão torna-se Evangelho vivo, pois o atualiza na espiritualidade do cotidiano. Já não há espaço para o cultivo do ódio, para a feição do rancor ou para a ausência do perdão. Tornamo-nos pessoas mais centradas e resolvidas. O tempo é enfocado como precioso. Por isto não o perdemos com desavenças e rixas sem sentido.

O ano novo deve ser festejado e, além do mais, vivenciado como uma nova oportunidade que a vida nos concede para sermos melhores. Precisamos nos agarrar às Sagradas Escrituras e refleti-la em comportamentos coerentes. No início de 2011 façamos, com humildade, uma sincera revisão de vida. Que tenhamos a coragem de ir às raízes de nossas atitudes pecaminosas e transformá-las pelo critério do amor. Acima de todos os problemas existe um Deus que nos ama e se compadece pelo nosso sofrimento. “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A fome? A nudez? O perigo? A espada? Em todas essas coisas somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8,35.37-39).

Ano novo exige atitudes novas, coração novo e um novo modo de pensar a vida. Sejamos coerentes com o compromisso assumido no Batismo, quando aderimos à proposta cristã e nos inserimos na vida de Cristo. Façamos jus à dignidade que o Pai Eterno nos deu quando nos tornamos cristãos. Não somos meros seguidores. Somos continuadores do próprio Cristo. E por Ele é necessário se gastar e se consumir no amor incondicional ao próximo, na partilha da existência e na oferta de si à Obra da evangelização! Não percamos tempo em amar! Nunca é tarde para fazer o bem, de forma livre e incondicional.

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.


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*Artigo publicado no jornal Diário da Manhã [09.01.11]

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