Esperança nossa, Salve!

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A esperança é uma virtude que nasce da fé. A fé nos revela realidades e mistérios que a nossa razão não pode atingir: a fé, portanto, é uma luz divina, uma graça, um dom que Deus nos concede para conhecermos, ainda que imperfeitamente, nossa origem, nossa vocação e nosso destino eterno. Sem a fé, é impossível chegar até Deus. Como os mistérios revelados pela fé são maravilhosos e de suma importância para nós, a fé desperta em nós o desejo de os possuir, de participar desses mistérios. O desejo de participar e a possibilidade de os possuir, faz nascer em nós a Esperança.

A esperança é a força interior que nos faz querer e buscar as realidades reveladas pela fé. É verdade que, só em Deus, como fonte e fundamento de nossa esperança, é que podemos depositar nossa esperança. Como podemos, então, chamar Nossa Senhora de Esperança nossa? O próprio Deus quis dar para nós a resposta a esta dificuldade: Só dele vem a graça e a salvação. Só Jesus é o nosso Redentor e Salvador. Mas, no entanto, não quis realizar tudo sozinho: quis precisar da mediação de uma mulher – Maria-Mãe de Jesus – para realizar a salvação do mundo. O Salvador já fora prometido no paraíso, após o pecado de nossos primeiros pais. Mas Deus, Pai misericordioso, não quis que a humanidade entrasse em desespero, e por isso fez uma promessa: “Eu porei inimizade entre você e a mulher; entre a tua descendência e a descendência dela. Estes vão esmagar-te a cabeça, e tu ferirás o calcanhar deles” (Gn 3,15).

A promessa da vitória final não deixou que nossos pais e nossos antecedentes entrassem no desespero! Havia uma promessa de libertação e de salvação. E a promessa feita pelo próprio Deus, fez nascer a esperança no coração da humanidade. Mas a promessa de vitória estava vinculada a dois novos personagens: a uma mulher, que seria a mãe do Salvador e a seu Filho. A promessa faz que firmemos nossa esperança no poder e na veracidade de Deus, como fonte e fundamento de nossa esperança. Vamos olhar, agora, como essa promessa se realizou.

São Lucas, em seu Evangelho, descreve de maneira simples, mas encantadora, o momento solene do início da Salvação da humanidade. O Anjo Gabriel, enviado por Deus, deposita a esperança de Deus nas mãos de uma jovem: Maria. Do seu “sim” estava dependendo a salvação do mundo. Maria se tornou, por escolha de Deus, a depositária da esperança. Por sua fé em Deus, que pode realizar o impossível, tornou-se possível a Salvação da humanidade. Naquele momento a esperança da humanidade estava concentrada numa pessoa: Maria. Ela era a nossa esperança. A fé e a esperança de Maria trouxeram a Salvação para o mundo.

Todos nós sabemos que Maria não é a nossa Salvadora, mas nem todos sabem que, sem Maria, não haveria a Salvação. Em Maria se realizaram a promessa e a esperança de Deus de poder salvar o mundo por meio de seu Filho, tornado humano, que nasceu e se tornou homem no ventre virginal de Maria. Se o próprio Deus depositou sua esperança em Maria, será que estaremos errados em depositar nossa esperança nela? Deus é a fonte e o princípio da Salvação, mas ela só chega a nós pela mediação de Jesus, que, por vontade do Pai, se tornou filho de Maria. Maria, sois a nossa esperança!

Pe. Ângelo Licati
Missionário Redentorista

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