Mês: janeiro 2015

“Eis-me aqui, envia-me a mim”

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“´Quem hei de enviar? Quem irá por nós?´, ao que respondi: ´Eis-me aqui, envia-me a mim´” (Isaías 6,8).

Caros confrades, graça e paz da parte de Deus! Atraídos ao Pai, consagrados no Filho, enviados pelo Espírito e inspirados nas palavras do livro do profeta Isaías, iniciamos outro quadriênio, com um novo governo, em nossa apreciada Província de Goiás.

No dia 11 de novembro de 2014, alguns dias após a nossa eleição, tivemos uma primeira reunião do Conselho, acontecida às 8h30, no Escritório Central da Província. Mediados pela fé e alicerçados na esperança, começamos em clima de ação de graças, cientes de que é a oração que sustenta a nossa missão. Cada um pôde falar de suas expectativas e anseios para este governo que se principia e para o futuro da Província. Fez-se menção também às nossas fragilidades que, por vezes, acabam enfraquecendo a vida missionária e as necessidades do nosso grupo apostólico, para fortalecer a evangelização que nos foi confiada pela Igreja. Tudo de maneira muito madura, centrada e responsável. Todos desejosos de colaborar para que o novo governo, neste quadriênio, traga, ainda mais, força e determinação frente aos variados desafios da missão.

O profeta, como vimos acima, estava na presença do Senhor e atento às Suas palavras. Naquela ocasião, ouviu o apelo de Deus que ressoava no interior da alma missionária, a dizer: “Quem hei de enviar? Quem irá por nós?” As palavras do Senhor não foram dirigidas, única e exclusivamente ao profeta Isaías (1,1-39,7), como vemos, com certa frequência, em outras situações… Foi diferente… Trata-se de um chamado geral, para todos os que, de coração livre e desimpedido, aceitam o desafio da radicalidade da vida profética para um determinado momento da história. Foi Isaías quem ouviu e se dispôs, com prontidão e sem relutância: “Eis-me aqui, envia- -me a mim”.

Realmente não hesitou em responder! Não sabia nem mesmo qual era a mensagem e, ainda assim, despojado de condicionamentos, apresentou-se para anunciá-la. Não quis saber se havia salário, quanto ganharia nesta empreitada, se teria prejuízos para sua vida pessoal ou familiar na missão assumida. Seu espírito, desprovido de posses e fiel ao apostolado é um ótimo exemplo para todos nós, Missionários Redentoristas. Um dia ouvimos o apelo de Deus, escutamos o grito dos pobres a tocar nossos tímpanos e nos apresentamos ao Senhor para servi-Lo, recebendo o mandato de pregar o Evangelho do Reino, proclamando-o largamente ao mundo inteiro (Cf. Mt24,14).

A capacidade de escutar o chamado da fé, obedecendo livremente à palavra ouvida, frente à primazia da vontade Divina, depende de cada um de nós, da maturidade espiritual cultivada e conquistada, do caminho que já percorremos até aqui, de nossa consciência missionária e da graça que nos fortalece na gratuidade. De sobremaneira, há de se contar com a intensidade do nosso afeto por Deus e do modo como correspondemos ao Seu amor, nos colocando a serviço da missão e jamais nos servindo dela, em benefício próprio. Depende também de como estão nossos ouvidos interiores, inclusive para que estejam aptos a escutar o Evangelho, deixando de lado os ruídos que dispersam a alma e empobrecem o apostolado. Somente por esta via é possível permanecer cativo ao Pai, sem deixar de ser fiel a si e à missão. Diante disso é preciso que cada um questione-se sempre: estou aberto e disponível para ouvir com grandeza ou “entupido” no egoísmo e na conveniência dos que professam com os lábios, mas têm o coração distante do Senhor?

Os que ouvem a palavra do Senhor e a obedecem vivem também sob sua bênção, graça e proteção. Não devemos ter medo de ouvir Sua palavra que desafia a nossa vida e nos move à missão: “Porque este mandamento, que hoje te ordeno, não é excessivo para ti, nem está fora do teu alcance. Ele não está no céu para que fiques dizendo: ´Quem subiria por nós até o céu para trazê-lo a nós, para que possamos ouvi-lo e pô-lo em prática?´ E não está além no além-mar para que fiques dizendo: ´Quem atravessaria o mar por nós, para trazê-lo a nós, para que possamos ouvi-lo e pô-lo em prática?´ Sim, porque a palavra está muito perto de ti: está na tua boca e no teu coração para que a ponhas em prática” (Dt 30,11-14).

O serviço eficaz a Deus depende dos nossos ouvidos cheios de prontidão, mas também do nosso coração amadurecido e desejoso de amar sem fronteiras, sem segundas intenções e sem medianos interesses. O chamado de Deus entra no coração ou é rechaçado! O convite é que adentre e permaneça no coração. A seara está madura para a colheita e poucos são aqueles que, de fato, estão dispostos e disponíveis, voluntariamente, para a labuta. Diante dos desafios deste mundo, para nós que cremos, é como se o Senhor  gritasse a todos e a cada um, em especial: “Desentope os ouvidos, eu preciso de você! Você é um escolhido! Disponha-se!”.

O chamado é para todos e a necessidade de proclamadores das boas-novas é urgente! Quem se dispõe a ouvir e atender ao chamado de Deus tem o privilégio de partilhar, com Ele, de um projeto sublime e de ver a transformação de uma pessoa, de uma cidade ou até mesmo de uma nação. Faz valer a pena o esforço quando aceitamos os desafios da vida religiosa e nos fazemos instrumentos do Senhor, dia após dia!

Quero hoje, louvar, bendizer, adorar, glorificar e exaltar Aquele que é Nosso Pai pela forma como nos amou, sobretudo, ao nos dar o Seu principal tesouro, a Sua maior riqueza: Seu Filho Unigênito, que se fez um de nós. Esse Deus que não nos abandonou e não nos deixa órfãos. Ele nos dá, nos comunica seu Espírito, para que continuemos nossa missão, como Igreja do Senhor, como missionários da Sua Redenção. Agradeçamos ao Divino Pai Eterno que inspirou Afonso a começar um caminho novo e cheio de audácia, em uma realidade eclesial acomodada e sem muito sentido… E que continua nos chamando e nos enviando ao desafio de sermos, em nome da Igreja e da Congregação do Santíssimo Redentor, luz e bênçãos por onde passarmos.

O alicerce que nos sustenta é o Santíssimo Redentor. É ele mesmo quem diz: “Deixem-se redimir e só depois disso anunciem a Redenção”. Nada melhor que o redimido para falar do Redentor. Se quisermos avançar, na missão, devemos manter os olhos sempre fixos neste fundamento, pois é Ele e somente Ele, quem nos mantém em pé e seguros! Ninguém deve alimentar um pensamento ou sentimento diferente.

Habitar na bênção significa: viver no selo de Deus, se nortear no Espírito d’Ele e de acordo com Seus desígnios. Todos nós nascemos pelas bênçãos que vêm do coração de Deus, para aquilo que vamos fazer e realizar, para o que nos foi, está sendo e ainda será confiado. Neste sentido, somos chamados a nos conformar, buscando experimentar Cristo e a força da Sua ressurreição… Estar em plena comunhão de vontades… Mesmo sabendo que não somos perfeitos, precisamos desejar a perfeição, correr ao encontro dela, lutar por ela… Afinal, o Redentor nos alcançou e nos escolheu…

Como irmão, servo e animador desta unidade missionária de nossa Congregação, exorto para que cada confrade possa louvar ao Pai Eterno, pelo dom da vida redentorista. Você pertence à santidade da Igreja. Que renovemos, hoje, as intenções e revigoremos os sentimentos que nos inspiram à doação ao Senhor, dentro de uma realidade evangelicamente adequada e teologicamente crível. Que não percamos a graça, que não escondamos o tesouro, que é Cristo Jesus, Nosso Senhor.

Sejamos, a exemplo de Maria, a Mãe do Belo Amor, nosso Perpétuo Socorro, sempre mais, templo de Deus. Reconheçamos a nossa indignidade, clamemos por misericórdia e deixemos que Ele purifique os nossos lábios, regenere e evangelize nossos corações, abra os nossos ouvidos para escutarmos o apelo do céu e nos capacite para respondermos profeticamente ao chamado, dizendo: “Eis-me aqui, Senhor, envia- -me a mim”.

Pe. Robson de Oliveira, C.Ss.R.
Superior Provincial dos Redentoristas
de Goiás e Presidente Fundador da Afipe

Feliz Ano Novo!

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Enunciado muito utilizado neste período do ano. Para alguns, uma frase rica de significados, valores. Principalmente, quando dita a partir de um coração
bondoso, generoso. Um coração que ama profundamente, e sem restrições, deseja o bem para a pessoa amada, querida. Para outros, uma formalidade vazia de sentido. Em todo caso, consciente ou não, sua empregabilidade expressa um sonho, um sentimento, um desejo. Na melhor das hipóteses, um incentivo que visa transferir a outrem a responsabilidade que conduz a um novo recomeço. Um novo desafio.

“Começar é difícil. Recomeçar é quase impossível.”Cresci ouvindo esta frase. Chegou 2015. As festividades de Natal, Fim de Ano e Réveillon ficaram para trás. Agora é hora de voltar à vida real. De assumir as tarefas nossas de cada dia. Daí que um programa de vida articulado, pensado, planejado e bem feito, pode ajudar a superar desafios e fracassos anteriores. Bem como valorizar esforços, consolidar conquistas e projetar o futuro. É hora de dar sentido novo e pleno a muitas coisas. Reorganizar a vida de oração, de convivência, de estudo e de trabalho.

É hora de fazer uma boa faxina na casa. Rever planos, traçar metas, estabelecer objetivos. Lançar-se a novos desafios. Alçar voos a novos ares. Explorar terras desconhecidas. Conquistar horizontes navegando outros rios, oceanos e mares. Rever estratégias e não contar somente com as próprias forças. Acreditar e confiar, principalmente, na ação da graça do Divino Pai Eterno em nossa vida.

É tempo oportuno para uma boa faxina no coração. Organizá-lo. Purificá-lo das paixões maldosas, libidinosas, dos desejos e sentimentos duvidosos. Libertar-se de mágoas, rancores e desafetos passados. Pedir o perdão devido e dar o perdão necessário para caminhar juntos outra vez. Fazer o retorno para Deus percebendo em cada pessoa humana, em cada irmão, em cada irmã, o rosto bondoso do Divino Pai Eterno. E tomar consciência de que o coração que foge de Deus abre um abismo insondável dentro do peito onde faz morada. Afasta-se de si mesmo, dos outros, das obras criadas (mundo), e do próprio Deus. Cultiva, fomenta e alimenta o ódio. E, por que cultivar o ódio se há tantas coisas boas neste mundo necessitadas de carinho e ausentes de amor? Portanto, não odiar é a mais sublime forma de amar.

Há ainda uma verdade que precisa ser entendida, assumida. Ou seja, quanto mais dificuldades e obstáculos encontrarmos na subida, mais chances teremos de completar o horizonte lá do alto. Olhemos para o cobrador de impostos, Zaqueu. Ele desejava ardentemente conhecer Jesus e não conseguia por causa da multidão e de sua baixa estatura. Para realizar o sonho de ver Jesus, escalou em um pé de figueira (cf. Lc 19,1-10). Outro bom exemplo é a cura do paralítico de Cafarnaum. Abriram um buraco no telhado para que ele pudesse chegar à sala onde estava Jesus (Mc 2,1-12). Outro exemplo que também não podemos nos esquecer é o da cura da mulher portadora de hemorragia (Mc 5,25-34).

O desânimo paralisa nossa vida. A dúvida neutraliza nossas ações. O medo enfraquece nosso espírito. A falta de fé abre em nós um vazio existencial impreenchível. Os poucos relatos bíblicos acima citados são indicadores para o incentivo à busca do novo que constantemente se apresentem em nossa vida, tendo como fonte de inspiração Jesus de Nazaré, o Cristo Ressuscitado. Agora, em se tratando de Ano Novo, vida nova, não podemos jamais nos esquecer do episódio das Bodas de Caná e ouvir o que Maria tem a nos dizer: “Fazei tudo o que meu Filho vos disser” (Jo 2,5).

Isto é ouvir os apelos de Deus que fala ao nosso coração através das Palavras de seu Filho Jesus. Palavra que liberta, cura e salva a pessoa humana por inteiro. Para fazer tudo novo, de novo, é preciso também dar a tônica nossa vida onde estivermos. Cada lugar neste mundo, seja ele físico ou geográfico, tem a mística e a espiritualidade de quem dele organiza, preserva, cuida.

É também tempo de mudança e revisão de vida, conversão de atitudes. De ouvir o Senhor que nos diz: “Amai-vos uns aos outros, assim como Eu vos amei” (Jo 15,12). E ainda, “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). Mandamento que não nos é pesado, sofrido, penoso quando vivido à luz do Espírito Santo no seguimento radical a Jesus Redentor, pois “este mandamento, que hoje lhe ordeno, não é muito difícil, nem está fora do seu alcance. Ele não está nos céus, para que você fique perguntando: ‘Quem subirá por nós até o céu para trazê-lo a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática?’. Também não está no além-mar, para que você fique perguntando: ‘Quem atravessará por nós o mar, para trazer esse mandamento a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática?’. Sim, essa palavra está ao seu alcance: está na sua boca e no seu coração, para que você a coloque em prática” (Dt 30,11-14).

Busquemos, pois, não cair no vazio existencial de palavras soltas e desconexas. E, aprendamos que não nos basta apenas palavras, gestos. É preciso deixar ressoar em nós o convite que o Pai Eterno nos faz ao coração. E buscar a oração, muita oração. Orar e agir. Somente alcançarei o céu, vivendo a plenitude de Deus aqui na terra. Somente alcançarei a plenitude Eterna, vivendo a simplicidade da natureza terrena marcada por situações adversas e contrárias. A dica, então? Use bem as mãos que o Pai Eterno lhe concedeu, “segure firme o arado e não olhe para trás” (Lc 6,69).

Assim sendo: FELIZ ANO NOVO!

Pe. Edinisio Pereira, C.Ss.R.
Reitor do Santuário Basílica
do Divino Pai Eterno

Mãe do Belo Amor

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Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é o título conferido a Maria, Mãe de Jesus, representada em um ícone de estilo Bizantino venerado desde 1865 em Roma, na Igreja de Santo Afonso, dos Missionários Redentoristas.

Vindo da Ilha de Creta, passando pela Igreja de São Mateus, em Roma, durante trezentos anos este ícone foi venerado e reconhecido pelos sinais prodigiosos operados pela fé de muitos devotos da Mãe do Belo Amor, nosso Perpétuo Socorro. Esta devoção se expandiu graças ao trabalho dos Redentoristas que, desde 19 de janeiro de 1866, a pedido do Papa Pio IX, espalham por todas as paróquias e santuários onde atuam, esta importante devoção.

Santo Afonso escreveu um tratado completo sobre o papel de Maria no plano da salvação chamado: “As Glórias de Maria”. Dizia que Maria, por ser tão amada por Deus e corresponder plenamente ao Seu amor, se tornou novo modelo perfeito de vida cristã. Segundo a biografia de Afonso, a devoção a Maria vem desde a sua infância. A ela dedicou sua vida, seu amor e uma grande obra para que pudéssemos, como ele, venerá-la com a mesma intensidade.

Dizia Santo Afonso: “Maria, a cheia de Graça que adianta as nossas orações, ampara-nos nas aflições, protege-nos e dá-nos santas inspirações para vivermos profundamente a caridade. Mais ainda, ela anima e fortalece nos momentos mais difíceis. É fiel defensora dos seus filhos”.

No Brasil, temos diversos santuários onde existem novenas, um estilo popular de rezar e cantar a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, invocando as suas bênçãos pelos objetos, pela água, pelos enfermos e por todas as necessidades das pessoas.

Em Campinas, Goiânia (GO), na tradicional “Campininhas” onde chegaram os primeiros Missionários Redentoristas vindos da Alemanha, cresce cada vez mais esta devoção. A cada terça-feira, se deslocam milhares de fiéis de Goiânia e arredores para agradecerem graças alcançadas e pedirem benefícios em oração e súplica a Mãe de Deus e nossa mãe.

Hoje, a Matriz e Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Campinas é um grande centro de devoção onde todos os devotos visitam, rezam e buscam alcançar as graças necessárias. Nas suas angústias, sofrimentos, alegrias e tantas necessidades querem se aproximar do seu Filho Jesus, o Redentor do mundo onde encontramos a salvação e a vida plena.

Somos agradecidos a Deus por termos no Centro-Oeste um santuário que acolhe os devotos de Maria, em seu Perpétuo Socorro. Ao mesmo tempo, pedimos ao Divino Pai Eterno as graças necessárias para que o mesmo seja conhecido a todos os povos do Brasil e do mundo, oferecendo cada vez mais melhores condições para acolher bem a todos que vão para rezar, agradecer, pedir e contemplar em Maria o Perpétuo Socorro, recebendo pela fé e oração todos os benefícios pedidos.

Rezemos com Santo Afonso: “Toda sois formosa e em vós não há mancha. Ó Mãe puríssima, toda cândida, toda bela, sempre amiga de Deus! Dulcíssima, amabilíssima, imaculada Maria. Sois tão bela aos olhos do Senhor. Olhai-me e compadecei-vos de mim e curai-me. Oh belo imã dos corações, atraí para vós, também, este meu coração. Tende piedade de mim e rogai a meu favor. Amém!” Que a Mãe do Belo Amor, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, abençoe a todos!

Pe. João Otávio Martins, C.Ss.R.
Missionário Redentorista

Missas

De segunda a sexta

Missas: 7h e 19h30

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Domingo: 5h30

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TBC

Domingo: 8h

Rede Pai Eterno

Missas Segunda, quinta e sexta: 7h
Quarta: 9h
Sábado: 7h e 17h30
Domingo: 5h45, 8h e 17h30

Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 4h, 12h e 22h Novena do Perpétuo Socorro Todos os dias: 2h

Rádio Difusora Goiânia

Missas Domingo: 8h Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 13h