Mês: fevereiro 2015

Retribua o amor do Pai

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O amor transforma corações e dá sentido à existência humana. Quando compreendemos o outro e o sentido de nossas vidas, nos tornamos mais sensíveis e nos humanizamos. Passamos a ir ao encontro de Deus, no serviço ao mais próximo, livre de interesses e obrigações, tendo como motivação principal o amor. Quando nos colocamos no lugar do nosso irmão, entendendo suas necessidades, encontramos o melhor caminho para nos tornarmos mais humanos e verdadeiramente filhos e filhas do Divino Pai Eterno.

No Senhor, contemplamos o fundamento do nosso ser. Ele nos ama, nos salva e nos cria no amor. Na sua essência divina, nos envolve por Sua bondade e misericórdia. Eis um Deus que não impõe condições para amar. E é esse amor misericordioso e incondicional, sem limites ou restrições, que nos prova que fomos criados para também amar o próximo. E, assim, em Deus, confirmamos a nossa identidade de irmãos e filhos, gerados no amor.

“Meu alimento é fazer a vontade Daquele que me enviou e realizar a Sua obra” (Jo 4,34). Essa é expressão de tudo que devemos buscar, na alegria de servir ao Pai e fazer Sua vontade, retribuindo e sendo instrumentos do Seu amor. Foi Ele quem nos amou primeiro e nos enviou seu Filho Jesus, para nos dar sua Palavra e nos ensinar o caminho da salvação.

Por causa de tanto amor é que devemos buscar amar nossos semelhantes e fazer o bem a todos da melhor maneira que pudermos: Caríssimos, se Deus assim nos amou, também nós nos devemos amar uns aos outros” (I Jo 4,11). Retribuir o amor do Pai é demonstrar gratidão por tudo que Ele tem feito por nós. A fé e as nossas boas ações nos dignificam como filhos do Pai e irmãos em Cristo.

Então, estamos sendo leais à Sua missão? Se quisermos ser fiéis ao Evangelho, devemos existir para as pessoas, conhecidas ou não, da mesma forma que Jesus existiu e por elas deu a vida. Alguns podem se perguntar: o que a gente ganha com isso? Contribuímos com amor, paz, tranquilidade e esperança, aprendendo também com esses valores ao retribuir aquilo que o Senhor fez por nós. Desta vida, só vamos levar o bem que tivermos realizado, o amor que demonstrarmos pelos outros e o Evangelho que nos esforçarmos por pregar e viver.

Assim, em uma das maneiras de fazer o bem, reforçamos nossa comunhão de amor, que abraça cada vez mais irmãos, por meio da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe). Através dessa família, devotos têm ajudado a colocar em prática os ensinamentos de Jesus e a levar a Palavra do Pai, com ações concretas a muitos corações. Para nós, fé e união são verdadeiros motivadores para continuarmos no propósito desta caminhada de doação e entrega a Deus.

Evangelizamos na oração, mas também através de gestos reais do dia a dia, permitindo a existência dos ensinamentos do Redentor em nossas atitudes. Corresponder às bênçãos que recebemos diariamente é fazer, mesmo que na pequena boa ação, seja ela qual for, o Evangelho acontecer em nosso meio, no mundo de hoje. Somos evangelizados pelo amor e devemos nos tornar evangelizadores e construtores das Obras Divinas.

Pe. Robson de Oliveira
Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás
Presidente Fundador da Afipe

É tudo uma questão de fundamento!

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Em alguns, não em todos os cenários sociais, é possível constatar certo ar de superficialidade, às vezes, inserido em ambientes vazios e banais. Ali as pessoas são apresentadas de acordo com os interesses que regem um determinado grupo. Valem somente pelos atributos pessoais e financeiros que possuem. Outras são tratadas de modo dispensável, como se fossem objetos ou pior ainda, como coisas! Sem sentimentos, sem história, sem valor. Ao invés de serem reconhecidas como ‘eu’, passam a ser enfocadas como ‘isso’. O importante é o momento. Faz-se o que dá vontade a todo e qualquer custo. Para estes, os sonhos estão distantes e os projetos são somente para o futuro. Planejamento, metas e objetivos claros são coisas de pessoas retrógadas e caretas. Fundamentos para quê?

Nos demais contextos também há a possibilidade de encontrar não poucos indivíduos que possuem convicções firmes e coerentes. Não são absolutistas, mas seguros de si. Creem e buscam algo maior que eles. Não se encontram centrados em suas picuinhas pes- soais. Pelo contrário, são capazes de visitar suas consciências, para perceber os caminhos que não condizem com as suas escolhas. Há uma espécie de tratado firmado entre aquilo que acreditam e o que praticam. Estes são imbu- ídos por aspirações que indicam um norte para suas existências. Na verdade, há um fundamento que os orienta, norteia, elucida e os esclarece. Suas pretensões são alicerçadas sobre a rocha e não na areia (Cf. Mt 7,24-27).

Hoje se fala muito sobre liberdade. Nada mais justo! Mas, qual seria o fundamento desta tão defendida liberdade? Esquece-se que ela só é plena quando vincu- lada ao amor. Sem o movimento do amor, a liberdade se transfor- ma em egoísmo. Ao assumirmos a postura de egoístas nos tornamos como que buracos-negros: suga- mos a força das pessoas, a ponto de elas saírem mal de nossa pre- sença; absorvemos tudo a nossa volta e não fazemos a síntese de nada concreto; queremos tudo, única e exclusivamente, para nós; tornamo-nos infantis e esperne- amos todas as vezes que nossas vontades infantis não são atendi- das. Somos servidos, quando de- veríamos servir, falamos quando deveríamos nos calar e nos esvaziamos quando deveríamos pre- encher as lacunas de nossa existência.

Ah! Como seríamos mais re- solvidos se tomássemos consci- ência do fundamento que rege a nossa vida. Precisamos fazer, com frequência, a viagem ao interior de nossa alma, para descobrirmos o que tem sido depositado no altar do nosso coração. Ali será desvendado para quem temos prestado culto, oferecido incenso e adorado como senhor. É perigoso expressar o que vou escrever agora, mas a coerência me leva a redigir que: nem sempre é Deus que se encontra na essência de nossas ações. Ainda há muitos ídolos, em forma de vantagens, que precisam ser destronados e colocados à par- te, deixados de lado.

O mais agravante é quando nos fazemos ídolos de nós mesmos. Colocamo-nos em um pedestal e, a partir de então, nos conferimos o direito de ‘senhores da história’, até mesmo da história alheia. Os títulos, as condecorações, os prê- mios e as conquistas devem ser acolhidos e validados de acordo com o seu grau de importância. Porém não podem se tornar o fundamento de uma vida. Somos muito mais que isso!

Devemos sim ter a rédea de nossa existência nas mãos, mas sem nos esquecer d’Aquele em quem depositamos nossa espe- rança (Cf. Jr 14,22). Enganam-se aqueles que fundamentam sua es- perança no dinheiro, nas riquezas e em pessoas, cargos ou funções. Por mais segurança que possam nos conceder tais realidades não nos conferem plenitude, porque são passageiras. Por mais que alguns não reconheçam, temos fome e sede do que é eterno: te- mos necessidade Daquilo que não passa! Contudo, ainda possuímos a insistente teimosia em buscar outros fundamentos que não nos saciam, pelo contrário, só nos es- vaziam.

No tempo da Quaresma, tão propício para uma verdadeira conversão nas atitudes e reconci- liação com a Igreja, ferida, muitas vezes, pelos nossos pecados; faz bem orar com o desejo de revisar o fundamento que conduz nossa existência: “Dá-me, Pai, ser livre como teu Filho, Jesus, o Homem livre por excelência. Lendo os Evangelhos, respiro um clima de liberdade e confronto-me com um Homem livre, livre diante dos homens, diante das ideologias reinantes, dos grupos de pressão… Livre perante a sua vida e a sua morte. Onde encontrar a raiz dessa liberdade pura? Creio, Pai, que essa raiz és tu. Jesus foi livre porque te encontrou, acolheu o teu amor, sintonizou o seu que- rer com o teu querer, não teve ne- nhum ídolo. Ele é o caminho. Que eu possa segui-lo para ser livre e amar como ele amou” (José Antô- nio de Oliveira, SJ).

Que o dom da fé não nos dei- xe perder o foco de nossas ações, exercidas pelo amor, em prol da esperança. Tenhamos a clareza de nossas escolhas fundamentais e não perderemos nossa liberdade. Saibamos que mais vale ser ínte- gro, do que ser vendido por reali- dades vãs, que só nos fazem sofrer e perder o sentido da vida.

Na Quaresma, ‘não pratique- mos a oração, a esmola e o jejum por obrigação’, mas, sobretudo, para descobrirmos quem tem fun- damentado nossa vida: o Deus de Jesus, chamado ‘Pai Eterno’ ou outras realidades, pessoas e situ- ações que colocamos como divin- dades? Uma abençoada Quaresma a todos, baseada em um sincero retorno ao Grande Fundamento de nossa fé!

Pe. Robson de Oliveira, C.Ss.R.
Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás e Presidente Fundador da Afipe

“E, Deus viu que tudo era bom”

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Ao tratar da origem do universo e da humanidade, o livro do Gênesis diz que o Pai Eterno criou o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança no amor. Além disso, diz a literatura bíblica, que Deus concedeu à pessoa humana o livre arbítrio – capacidade de criar, agir, decidir – e o direito de dominar os peixes, as aves e os animais domésticos, as feras dos campos e os répteis que rastejam sobre a terra (cf. Gn 1,26-29). Esta realidade bíblica confere ao ser humano um lugar privilegiado no plano salvífico de Deus, de destaque frente ao restante da Criação.

Isso significa dizer que podemos tudo? Que seja feita “nossa vontade”, aqui na terra como no céu? Vamos percorrer um rápido itinerário juntos – porque juntos pensamos melhor e chegamos mais longe – com o objetivo de analisar nossas atitudes e ações frente a tão grande dádiva divina. E, com isso verificar se elas não são filhas de um grave equívoco interpretativo da vontade e do sonho de Deus para a humanidade e para as maravilhas que Ele mesmo criou.

Constitutivamente somos seres sociais, relacionais. Nos relacionamos conosco mesmos, com o mundo em que vivemos, com as pessoas e com o próprio Deus. Todo relacionamento humano é agressivo e invasivo por natureza. O espaço do outro(a) é alterado, modificado com a minha presença. Exagero ou não, há quem diga que a morte de um é sobrevivência de outro. Outrossim, faz-se necessário pensar que desembarcamos neste mundo não como máquinas vorazes. Daquelas do tipo que destroem tudo o que encontram pela frente. Uma máquina para silagem, por exemplo.

Com uma demanda cada vez maior por alimentos, produtos e serviços, o que era para ser o paraíso pensado por Deus – a natureza – está se convertendo em um grande deserto sem vida, árido, com calor escaldante durante o dia e frio intenso durante a noite. Presenciam-se atualmente, grandes catástrofes naturais tais como furacões, tsunamis, avalanches, tornados, abalos sísmicos (terremotos e maremotos). Além de grandes precipitações chuvosas com ventanias, raios e tempestades.

Aparentemente, como o próprio nome sugere, são fenômenos que ocorrem independentemente da ação do homem e da mulher. Acontece que os efeitos de nossas ações afetam e contribuem para o aceleramento, bem como para o agravamento e aumento da intensidade desses fenômenos. Com isso, tem-se registrado ano após ano, temperaturas climáticas cada vez mais elevadas que favorecem inundações frequentes em algumas regiões do globo terrestre e secas prolongadas em outras. Dado que afeta, principalmente o abastecimento de água para os grandes centros urbanos, a produção agrícola e a atividade da pecuária.

A vegetação é para a terra o que a roupa é para o corpo. A constante retirada da cobertura vegetal é dano ainda maior para a manutenção dos recursos hídricos. A água potável, o bem mais precioso e valioso da terra e indispensá- vel para nossa sobrevivência, está se tornando cada vez mais escasso. O lençol freático cada vez mais profundo. Prova disso é o fato de o Brasil estar enfrentado nos últimos tempos uma crise de água sem precedentes na história do país. Os reservatórios de armazenagem e captação de água estão muito abaixo de suas capacidades normais. A ausência de uma política séria e comprometida com o meio ambiente tem ajudado a agravar e piorar ainda mais esta situação. Faltam ainda planejamento e políticas públicas de curto, médio e longo prazo, orientadas para tal fim.

Fatores tais como desmatamento, queima de florestas e combustíveis fósseis, abertura de estradas, coberturas asfálticas, construções de grandes barragens, loteamentos irregulares em cabeceiras de nascentes, retirada de floresta e matas ciliares, têm contribuído sobremaneira para o agravamento da questão. Vale ressaltar que tudo o que precisamos para nossa sobrevivência, desde o necessariamente básico ao absolutamente supérfluo é retirado da natureza. Excessos e exageros hoje geram escassez e privação amanhã. Lembremos que pequenas iniciativas e atitudes pessoais e comunitárias podem salvar uma vida. Podem salvar o planeta.

O que fazer, então? Que medidas tomar para resolver esta situação? A era do amor de Deus parece estar chegando ao fim? Penso que não! Falta-nos aprender a fazer a diferen- ça onde ela ainda não foi feita. E, abandonar a velha pedagogia do “todos”. Todos é ninguém, não é mesmo? Somente realizamos bem feito na vida aquilo que nos dá prazer em realizar. Se amamos a natureza e tudo o que ela contém, vamos preservá-la, defendê-la. Primeiro é preciso que cada um de nós tome consci- ência que não somos daqui. E, que nada nos pertence.  Segundo, assumir nossa missão que é muito mais profunda: defender, conservar, manter, proteger, cuidar da vida em todas as suas dimensões. Somos diferentes dos outros seres criados por Deus porque pensamos. Naturalmente, que isso nos obriga a uma responsabilidade infinitamente maior aos demais.

É preciso também recuperar a harmonia inicial que existiu um dia entre Criador e criatura: “E, Deus viu que tudo era bom” (Gn 1,21b). E, respeitar cada animal, cada vegetal e cada mineral. O direito recebido de Deus? Não o interpretemos erroneamente. Ou seja, façamos dele um dever. O dever de zelar, regar, cuidar. Se meu nariz é grande demais, respiro todo ar à minha volta. E, quem está a meu lado? Morre asfixiado por falta de oxigênio. Então não podemos tudo. Nem aqui e muito menos na eternidade!

Pe. Edinisio Pereira, C.Ss.R.
Reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno

“Eu vim para servir”

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Irmãos e irmãs,

Iniciamos mais um ano de trabalho missionário com mais uma Campanha da Fraternidade. Precisamos observar o passado e, diante dos pontos positivos e negativos, valorizar a experiência vivida em cada atividade realizada, e lançar nosso olhar para o futuro. Pois, assim como o mundo evolui, nós cristãos também crescemos pela Palavra de Deus que é viva e eficaz.

Nestes últimos tempos, a Igreja no mundo inteiro foi presenteada com duas grandes e animadoras reflexões. Trata-se da Exortação Apostólica Evangelli Gaudium (Alegria do Evangelho) do Papa Francisco e o Doc. nº 100 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Comunidade de Comunidades: uma nova Paróquia. Estes documentos nos fortalecem diante das dificuldades da evangelização no mundo moderno.

O primeiro origina-se das características próprias do autor: “Francisco”, que tem animado o povo católico com seu jeito simples, sereno e humilde de governar. O documento nos sugere que, obstante aos erros, derrotas, barreiras e o ateísmo que hoje enfrentamos, é preciso continuar alegremente nosso trabalho, que consiste em anunciar a redenção aos pobres, excluídos. Vencer o desânimo e cada vez mais acolher com convicção o projeto do Criador para a humanidade.

O cristão que diz sim ao plano de Deus não pode ser fraco. É necessário que sejamos determinados, fortes na fé e alegres na esperança (Const. Redentorista nº 20) e mesmo em meio às dificuldades é preciso saborear a presença de Deus e nos alegrar, percebendo que não estamos sozinhos. Precisamos deixar de ser “pessoas sensíveis, melindrosas” porque gente assim desiste com muita facilidade da missão (conf. João 6,68). Considerando que somos “Filhos Amados do Pai Eterno” já é um motivo mais que especial para nos alegrar e fazer com que as pessoas percebam nossa alegria em servir a Deus. Por exemplo: um Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão que distribui a Hóstia Consagrada “de cara fechada” não está oferecendo Jesus para as pessoas…

O segundo documento trata-se da conversão pela qual todos nós, como Igreja, devemos passar. Essa “conversão pastoral” nos é apresentada pela CNBB a partir da síntese do Concílio Vaticano II, Documento de Aparecida, das Diretrizes Gerais da Evangelização entre outros, refletindo o papel da paróquia. Urge no seio da Igreja um estado permanente de missão que envolva o clero, diáconos e leigos, para que tenhamos consciência da importância de todos na Igreja que é missionária.

O documento não extingue a paróquia/ sede, mas nos interpela para que tenhamos uma visão mais abrangente, além estruturas, ou seja, como Igreja missionária devemos ir ao encontro do outro, sair de nossas comodidades e lançar redes. Suscitar nas pequenas capelas e comunidades, o desejo de querer ser ali, sinal da graça de Deus que alcança todos os povos.

Percebemos nos pequenos bairros um avan- ço de Igrejas de outras denominações. Não as culpo. Estão fazendo seu trabalho. Talvez nestas regiões, nossa presença católica não esteja sendo expressiva. Também não precisamos ficar apontando que este ou aquele é o culpado. É preciso refletir juntos a partir de uma boa avaliação sobre tal realidade. Como já foi dito, a conversão é para todos nós.

É preciso nos organizar e juntos iniciar um trabalho mais abrangente. Sei da dificuldade do acompanhamento por parte dos padres nas nossas capelas, pastorais, grupos e movimentos. Por isso, é preciso que mais pessoas digam “sim”. Abramos o nosso coração e alarguemos os nossos horizontes. Devemos sim, passar por esse processo de conversão. Muitas vezes constatamos que nossa comunidade ou pastoral não está boa. Será que eu não estou contribuindo com essa má fase? Estou somando ou dividindo? Preciso me questionar.

A Campanha da Fraternidade deste ano é um forte apelo para que a Igreja descentralize, saia de si, das suas comodidades e vá ao encontro da sociedade que clama a presença amorosa de Deus nos corações das pessoas. Conclama todos nós cristãos católicos para que, a exemplo de Jesus, sirvamos o outro nas suas mais diversas necessidades. Esta campanha é um tempo oportuno para a Igreja mostrar a sua fé e força e, diante de tantas propostas, se apresentar à sociedade e destacar a “notícia boa” que é o Cristo presente em nosso meio. Que nós, enquanto comunidade, sejamos a expressão do amor do Pai Eterno para todos.

Peçamos a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que nos guie pelos caminhos que nos levam ao seu Filho Jesus. Amém!

Pe. José Bento Oliveira
C.Ss.R. Missionário Redentorista

Missas

De segunda a sexta

Missas: 7h e 19h30

Sábado

Missas: 7h, 10h e 17h30

Domingo

Missas: 5h45, 8h, 10h, 12h, 15h e 17h30

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Sábado: 7h e 17h30

Domingo: 17h30

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Sábado e domingo: 17h30

TBC

Domingo: 8h

Rede Pai Eterno

Missas Segunda, quarta, quinta e sexta: 7h
Sábado: 7h e 17h30
Domingo: 5h45, 8h e 17h30

Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 4h, 12h e 22h Novena do Perpétuo Socorro Todos os dias: 2h

Rádio Difusora Goiânia

Missas Domingo: 8h Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 13h