Com o Ressuscitado: ressuscitemos!

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Jesus nasce, vive, cresce, morre e ressuscita a partir da nossa humanidade para nos mostrar como é significante viver de Deus e para Deus. Na vida de Jesus o humano encontra o sentido para a vida ao se potencializar no amor, de forma plena e irrepetível.

Na pessoa de Jesus de Nazaré, em Seu ministério público e em Sua intimidade com o Pai, encontramos o âmago da ressurreição cristã! Acompanhada do sepulcro vazio, a morte na cruz pareceu esvaziar qualquer esperança futura. Imperava tão somente o medo da perseguição e o silêncio derradeiro. Contudo, diante da realidade que se colocava como fim, apresentou-se o começo da ação redentora da fé. Passados aqueles tenebrosos dias, a morte foi obrigada a “entregar os pontos”, por não possuir mais a força do término definitivo e sem sentido do próprio viver, da existência.

Da cessação da vida manifestou-se a magnitude da ressurreição, fazendo com que o testemunho das primeiras testemunhas chegasse até nós. “A este Jesus, Deus O ressuscitou, e disto nós todos somos testemunhas” (At 2,32). Entre Jesus e a pessoa humana não há uma troca de papéis ou uma inversão de valores, mas, sobretudo, uma entrega cotidiana de duas vidas, que se unem e se assumem em um único caminho rumo ao Coração do Pai Eterno! Cremos, não apenas pela marca da história ou pelo relato oral e da escrita, mas, sobretudo, pela eficácia redentora da palavra que nos foi transmitida.

Jesus não retorna a esta vida, porque após a Ressurreição, vive-a plenamente em Deus! Cristo vai além do próprio morrer, pelo fato de assumir a vida na inteireza que lhe cabia. Em nenhum momento permaneceu cativo ao poder da morte, pois a todo tempo esteve atado ao amor do Pai. Ele foi glorificado! E é por meio d’Ele que nós ultrapassamos as nossas mazelas e nos apropriamos do conteúdo originário da salvação e da ressurreição. “Para isso, com efeito, o Verbo se fez humano e o Filho de Deus se converteu em filho do homem: para que todo aquele que se unir ao Verbo de Deus e aceitar a adoção, converta-se em filho de Deus” (Santo Irineu).

Na qualidade de primeiros endereçados da ressurreição, precisamos viver alicerçados na experiência das antigas comunidades cristãs. Para sermos reconhecidos – enquanto homens da redenção – é necessário adentrar o tempo mediado pela fé, dobrando os joelhos no chão, a ponto de atingirmos a esfera do absoluto que está em Deus e nos pobres a quem desejamos e pretendemos, especialmente como missionários, fazer chegar nossa mensagem. Eis uma tarefa diária e forçosa.

Mirando no Ressuscitado, precisamos reconhecer que a ressurreição pela ressurreição, sem implicações na vida humana, não tem sentido. A mensagem de Jesus continua viva e atualizada no mundo a partir de nós. Sigamos adiante, no sentido de que a mensagem do Evangelho jamais seja esquecida. Não somos meros seguidores de Jesus, mas continuadores, por excelência, de Sua obra redentora, no mundo.

Deixemos, então, Deus ser Deus em nossa existência e permitamos que o nosso coração se funda no coração de Jesus, para que construamos uma história bela que depende exclusivamente de nós! “A fé no Ressuscitado nos impulsiona a ir ao encontro dos crucificados de hoje, nos colocar a seu lado, para partilhar com eles este sorriso, a certeza alegre que Deus está vivo no meio de nós, ressuscitando, libertando da morte e fazendo uma nova criação” (Instituto Humanitas Unisinos). Portanto, aceitemos o desafio de viver como ressuscitados e ajudemos nossos irmãos de convivência e de pastoral a trilhar este mesmo caminho. Cristo continua existindo no mundo em nós e nas nossas atitudes!

Pe. Robson de Oliveira, C.Ss.R.
Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás e Presidente
Fundador da Afipe

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