Sair do encastelamento de si para encontrar os pobres

0

Do coração da Igreja pulsa a força vital da ação missionária, segundo o chamado do Pai Eterno, de acordo com a pedagogia de Cristo, mediante o envio realizado pelo Espírito Santo. Se não for pela Santíssima Trindade corremos o sério risco de anunciar a nós mesmos, encobrindo a mensagem da esperança cristã e impondo ao povo o fastioso peso de nossas projeções mais sombrias. Importa reconhecer que, em si, a missão não é nada poética nem romântica. Além da essencial paixão por Cristo, é necessário o amor misericordioso pela pessoa humana, em especial, junto àqueles que foram colocados no indigno lugar das sobras: os pobres.

Na qualidade de continuadores desta missão redentora precisamos permanecer cativos à fé: uma vez experimentada e, agora, propagada. É inútil qualquer tentativa de possuí-la, detê-la, contorná-la ou reduzi-la, uma vez que é a fé quem nos possui, nos converte e nos evangeliza, antes mesmo de assumirmos o ofício de evangelizadores! Nela fomos remidos, libertos e cristificados. De tal modo, cabe a nós a proclamação incessante do Evangelho: primeiro pelo exemplo e, só depois, pelas palavras (Cf. Lc 4,18s; Is 61,1s).

Aquele que encontra, na missão, o sentido da vida tem consciência de que precisa viver para as mesmas pessoas que Jesus viveu. Um olhar panorâmico traz à nossa memória os milhões de refugiados mundo afora, as vítimas das facções terroristas, os cristãos perseguidos, o meio ambiente agredido, os injustiçados pela miséria e a fome, os idosos vilipendiados, as mulheres violentadas; as crianças comprometidas, tolhidas e tiranizadas pelo trabalho escravo; os doentes abandonados, dentre tantos outros vulneráveis.

Não só eles, mas principalmente eles, são os destinatários da nossa missão. É preciso encurtar as distâncias que nos interpõem até os excluídos. A genuína missionariedade está bem longe de cercanias e muralhas. Ela se lança no mundo, unindo os marginalizados, socorrendo os combalidos, resgatando os enfraquecidos na mesa comum da Boa-Nova do Reino de Deus. Não nos esqueçamos de que a missão também se faz com testemunho fiel e concreto do missionário.

Pe. Robson de Oliveira

Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás

 

Missas

De segunda a sexta

Missas: 7h e 19h30

Sábado

Missas: 7h, 10h e 17h30

Domingo

Missas: 5h45, 8h, 10h, 12h, 15h e 17h30

Rede Vida

Segunda, terça, quinta e sexta: 7h Quarta: 9h

Sábado: 7h e 17h30

Domingo: 17h30

TV Anhanguera

Domingo: 5h30

PUC TV

Sábado e domingo: 17h30

TBC

Domingo: 8h

Rede Pai Eterno

Missas Segunda, quarta, quinta e sexta: 7h
Sábado: 7h e 17h30
Domingo: 5h45, 8h e 17h30

Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 4h, 12h e 22h Novena do Perpétuo Socorro Todos os dias: 2h

Rádio Difusora Goiânia

Missas Domingo: 8h Novena dos Filhos do Pai Eterno Todos os dias: 13h