Mês: julho 2017

Amar como Jesus amou

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A cada dia, percebemos mais e mais a grande necessidade que as pessoas têm de vivenciar o grande mandamento de Deus para nossas vidas: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Este é o maior de todos os mandamentos. É no amor que nós podemos perceber como está o “termômetro” de nossa fé. Em outras palavras, é no amor, que somos capazes de viver a intensidade da nossa comunhão com Deus. Quando estamos no caminho certo e na comunhão que realmente alimenta e sustenta a nossa vida, o Pai Eterno não nos abandona e se faz presente em todos os momentos.

Assim como todo pai, o Pai Eterno é amoroso, mas também é rígido. Ele nos ensina com carinho, mas também nos mostra que temos deveres que são seguir os Seus mandamentos. E é por meio de Jesus, que Ele nos dá o maior de todos os mandamentos, pois se você quer ser discípulo, você deve amar de uma maneira diferente do que o mundo ensina a amar.

O amor que Jesus nos oferece e nos ensina a viver é um amor desinteressado, amor que não guarda maldade, nem rancor, que não alimenta no coração desejos que não são saudáveis à alma. É um amor puro, baseado na fidelidade, na doação de si mesmo. É um amor que deseja sempre o bem do próximo, que me faz sair de mim mesmo para o outro.

Somente o verdadeiro amor me tira do meu egoísmo, da minha pequenez e me faz olhar o bem do meu irmão. Aquilo que é melhor para o outro, que me faz servi-lo, que me faz querer bem e me faz fazer tudo para que o outro esteja bem. Por isso que o amor é difícil, é um desafio para todos nós. É um desafio para a vida. São Pedro, nos Atos dos Apóstolos diz, de fato, Deus não faz distinção de pessoas. O Senhor ama a todos e quer bem a todos os que se voltam para ele.

Aqueles que creem Nele, aqueles que O buscam de coração sincero, se convertem para o bem e professam amor ao Senhor, Ele os retribui muito mais. Por isso, ame a sua família, os seus amigos, as pessoas à volta. Mas, principalmente, ame aqueles que me fizeram mal, ou que você nem mesmo conhece. Esse é o verdadeiro e grande desafio, amar aquele que não me ama.

Amar como Jesus amou, sem fazer distinção de cor, raça, nação ou classe social. Tenhamos todos, a graça de viver uma vida pautada no amor e na esperança de que o mundo pode ser um lugar melhor, onde reina a fraternidade e a paz. Só depende de cada um de nós. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás

Presidente-Fundador da Associação Filhos do Pai Eterno

 

É bom ter família, família em Deus

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Ao observar a realidade diante de nós, percebemos que estamos vivendo um tempo de graves crises e dificuldades dentro de contexto histórico marcado pela desconfiança nas instituições, de insegurança diante da violência, de fragilidade em face  dos grandes problemas sociais e econômicos.

Não me lembro de outro tempo em que tenha sido tão necessário, neste “deserto” que atravessamos, encontrar um “oásis”, um lugar onde possamos descansar, nos alimentar e nos refazer para não desistirmos de nossa caminhada e não perdermos a esperança.

Cada vez mais percebo a família como essa possibilidade. Não uma família que seja um mero ajuntamento de pessoas ligadas por interesses afetivos, financeiros ou mesmo por carências. Mas uma família edificada e vivida a partir do Projeto de Deus revelado de diversos modos na Escritura e, sobretudo, na palavra de Jesus. Ele mostrou que o matrimônio não é apenas um ato humano, marcado pelo desejo e pelas necessidades inerentes ao ser humano. O matrimônio é chamado a se descobrir como um ato sacramental, marcado pelo desejo de viver o projeto de Deus e ser, por Ele, abençoado, iluminado e conduzido.

A família, cada vez mais, tem se apresentado como a realidade mais necessária tanto para a vida da pessoa, como também para a vida da sociedade. Não a família apresentada meramente sob uma ótica sociológica ou ideológica, mas a família percebida como uma proposta que ultrapassa qualquer compreensão baseada em sistemas que buscam apossar-se da vida da pessoa por meio de suas ideologias, ou em projetos particulares de certos grupos.

Existe uma música, que conheço pelo título “É bom ter família”, que tem o seguinte refrão: “Como é bom ter a minha família, como é bom!/ Vale a pena vender tudo o mais para poder comprar/ esse campo que esconde um tesouro, que é puro dom./ É meu ouro, meu céu, minha paz, minha vida, meu lar!” De fato, precisamos desse ambiente, tanto da família biológica/afetiva, como da família espiritual/afetiva (Comunidade), este é o verdadeiro tesouro que nos sustenta e ampara.

Porém, é preciso nos esforçarmos para conhecer a proposta do Evangelho do Matrimônio e do Evangelho da Família; perceber os meios de realizar essa proposta tanto na Igreja (através da evangelização), como na sociedade (através de políticas públicas); e buscar os meios de defendê-la (nos organizando, nos posicionando e agindo) em meio aos desafios e mesmo às ameaças que a família enfrenta, vindas das fragilidades humanas, como também das investidas de grupos e propostas contrários ao projeto de Deus.

A Pastoral Familiar é a resposta da Igreja para ajudar as famílias e cada pessoa, na sua realidade própria, a conhecer, acolher e viver o Evangelho do Matrimônio e da Família. Se queremos um futuro, precisamos cuidar da família; e se queremos famílias que realizem a vontade de Deus e transformem a realidade, precisamos acolher e incentivar as atividades da Pastoral Familiar. Afinal, como lembrava São João Paulo II “Acreditar na família é construir o futuro!”.

Dom Moacir Silva Arantes

Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiânia

 

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