Dia: 16 de outubro de 2018

Paulo Apóstolo e seus colaboradores

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Mês de outubro é reservado para que a Igreja reflita de modo mais aprofundado sobre a sua vocação missionária. Parece-nos oportuno refletir este tema à luz do testemunho do apóstolo Paulo e seus companheiros, ou melhor, e seus colaboradores, afinal, em suas cartas, Paulo faz um uso abundante do termo synergos que significa literalmente “colaborador” em referência àqueles que estavam com ele na missão. Paulo e seus colaboradores é um tema muito rico e vasto, que ilumina, também, o ano do laicato que celebramos.

Afinal, no exercício do apostolado de Paulo entram como participantes muitos homens e mulheres de diversos modos e de grande estatura humana e moral, inclusive alguns que a Igreja venera como santos. Basta pensar, por exemplo, a Lucas, Barnabé e Timóteo. O anúncio do Evangelho realizado por Paulo é um trabalho de equipe. Este tema nos ajuda a compreender uma característica marcante do estilo pastoral do apóstolo Paulo: o seu trabalho realizado com a ativa participação de outros membros.

O caminho escolhido por Paulo nos dá o testemunho de vários colabores que deram assistência direta na missão do apóstolo em anunciar o chamado “Evangelho de Cristo” pelo qual Paulo era apaixonado. A literatura bíblica que temos à nossa disposição mostra Paulo rodeado de homens e mulheres, jovens e anciãos no anúncio do Evangelho, no seu trabalho de fundar e organizar as comunidades cristãs, na elaboração das estratégias necessárias para enfrentar os problemas pastorais do seu tempo e encontrar meios para resolvê-los. Essa propensão paulina do anúncio do Evangelho em equipe não se apresenta como uma novidade na história do cristianismo.

Já nos Evangelhos, Jesus propõe o apostolado como uma missão a ser realizada em equipe: “O Senhor designou ainda outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois” (Lc 10,1; cf. Mc 6,7). Disso já tiramos consequência prática para a nossa realidade pastoral: a evangelização é uma missão tão elevada e exigente que somente pode ser realizada em equipe.

Daí, não nos surpreende que nos Atos dos Apóstolos, assim como nos Evangelhos, o termo “apóstolo” quase sempre aparece no plural e quase nunca no singular. Isso indica que a vocação apostólica não pode ser vivida a sós. Paulo entendeu bem isso: “Não se pode ser apóstolo a não ser em equipe, na Igreja” (W. Roger, Paul de Tarse. L’homme et son oeuvre). Por isso, a importância que ele dá aos colaboradores em sua missão de apóstolo.

São numerosos(as) colaboradores(as) de Paulo, se queremos dar um rápido olhar, destacamos três grandes figuras como: Barnabé, Timóteo e Apolo e tantos outros como: Marcos, Silas, Tito, Lucas, Áquila, Epafrodito, Apolo, Epafras, Tíquico, Aristarco, Demas e Silvano; tantas mulheres: Damaris, Lídia, Priscila, Febe, Maria, Trifene, Trifone, Ninfei, Evodia e Síntique. Como se vê, trata-se de um número considerável, composto de pessoas diferentes.

Pe. João Paulo
Missionário Redentorista
Mestre em Exegese Bíblica

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